Equívoco pra lá de curioso

Em um pedido de habeas corpus ingressado, na semana passada, no Supremo Tribunal Federal, pedindo a liberade do ex-secretário chefe da Casa Civil, Paulo Taques, o renomado e caríssimo escritório do ex-ministro Sepúlveda Pertence – que foi procurador-geral da República e presidiu o próprio STF – cometeu, no mínimo, um equívoco curioso.

Na peça de 17 páginas, os advogados pontuam que o promotor de Justiça Mauro Zaque, ex-secretário de Estado de Segurança Pública, teria sido “candidato a prefeito de cidade do interior”, em 2016.

Paulo Taques está detido, pela segunda vez, por decisão do desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ele é suspeito de participação no famigerado esquema de grampos ilegais.

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